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Qual é o melhor modelo de aparelho auditivo para a minha perda?

Antigamente, tínhamos poucas opções de modelos de aparelhos auditivos: aquele enorme que vai atrás da orelha (retroauricular), presente no modelo analógico e depois surgiram os modelos internos, que eram menores.

Hoje em dia, existem vários modelos de aparelhos auditivos. Uns menores e esteticamente mais interessante e outros um pouquinho maior e com mais praticidade no uso e manuseio.

Na consulta para seleção e adaptação dos aparelhos auditivos, a fonoaudióloga precisa levar em consideração outros aspectos além da estética. Os aparelhos auditivos são selecionados de acordo com cada caso em específico, considerando tipo e grau de perda auditiva, além da anatomia do conduto auditivo de cada pessoa.

Alguns modelos de aparelhos auditivos são confeccionados exclusivamente para cada paciente, como por exemplo, os aparelhos auditivos internos (CIC e ITC) e o aparelho auditivo retroauricular (BTE). Já o modelo de adaptação aberta não precisa de confecção e muitas vezes conseguimos a pronta entrega.

Os aparelhos auditivos internos são chamados de CIC (Completely-In-Canal) ou ITC (In-the-Canal). Esses modelos são produzidos através de uma pré-moldagem da orelha do paciente, tem apenas uma peça que se encaixa perfeitamente no canal e a única parte visível é a ponta do fio de nylon pelo qual o paciente remove o aparelho auditivo, podendo este ser removida. Esses modelos são considerados os menores aparelhos auditivos existentes. Estes modelos de aparelhos auditivos não são recomendados para pessoas com pouca mobilidade manual, devido ao seu tamanho, em pacientes com muita produção de cera, pois exige uma maior limpeza e cuidado para não danificar os aparelhos auditivos com cera e em alguns casos devido a anatomia da orelha do paciente (canal auditivo estreito).

Outro modelo de aparelho auditivo muito utilizado ainda é o retroauricular. Nesse modelo o aparelho auditivo fica atrás da orelha e faz um encaixe com uma peça (molde) que fica dentro do canal auditivo. Esse molde também precisa ser confeccionado sob medida para cada paciente. Os aparelhos auditivos retroauriculares (BTE) possuem 2 tamanhos, que serão indicados pela fonoaudióloga de acordo com o grau da perda de cada paciente. Nas crianças, é por vezes o mais recomendado devido ao processo de crescimento da orelha e em função de seu tamanho. Esse modelo de aparelho auditivo possui muitos benefícios, uma vez que são confortáveis, resistentes e mais flexíveis, são de fácil manuseio em relação aos outros modelos e normalmente possuem uma maior durabilidade da pilha. Sua única desvantagem é que este modelo é mais visível que os outros.

O modelo de adaptação aberta é uma das mais modernas entre os aparelhos auditivos. É uma versão mais recente do modelo BTE e seu diferencial é o tamanho: menor e mais discreto. Um pequeno aparelho auditivo se adapta atrás da orelha e é conectado por um tubo/receptor que se estende ate o canal auditivo do paciente. Esse encaixe é feito através de uma borrachinha (oliva) de silicone. Esse aparelho auditivo não requer modelagem para o encaixe e proporciona uma qualidade de som melhor do que os aparelhos auditivos. Esse modelo tem uma grande aceitação entre todas as opções de aparelhos auditivos existentes, justamente por causa do seu tamanho e maior potência, como é o caso dos aparelhos auditivos com receptor no canal.

Devido a essa grande diversidade de modelos de aparelhos auditivos é indispensável agendar uma consulta com a fonoaudióloga, para que ela auxilie na escolha do melhor modelo para cada perda auditiva, pois infelizmente nem sempre o modelo que gostaríamos de usar é o aparelho auditivo recomendado para o seu tipo de perda e conduto.

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